Em um Estado de estrutura hierárquica e centralizada, as autoridades regionais e locais funcionam essencialmente como extensões administrativas delegadas do poder central. O governo nacional tem autoridade para fiscalizar, orientar, nomear ou destituir autoridades subnacionais e cassar suas decisões. Estados unitários clássicos, como a França tradicional, o Japão ou a China, operam largamente segundo essa lógica.
O contraponto institucional é a federação, em que os governos estaduais ou cantonais possuem competências originárias próprias inscritas na Constituição, invioláveis pelo poder central (como no Brasil, Estados Unidos, Alemanha e Suíça).