Diferentemente das eleições convencionais, que elegem parlamentares e governantes representativos, o referendo consulta os cidadãos diretamente sobre o mérito de uma decisão pública. Em certas legislações, seu resultado é vinculante e o governo é obrigado a cumpri-lo; em outras, funciona como consulta opinativa recomendatória.
A Suíça realiza consultas e referendos nacionais várias vezes ao ano, e estados norte-americanos votam propostas legislativas por meio de proposições nas urnas. Seus apoiadores sustentam que aprofunda a cidadania direta; críticos alertam que questões complexas podem ser simplificadas em respostas binárias de sim ou não sujeitas a campanhas demagógicas momentâneas.