A moeda fiduciária, as fronteiras nacionais, o valor das marcas e as regras de etiqueta são exemplos diários: possuem imenso impacto prático, mas sua existência depende do fato de os seres humanos compartilharem uma crença coletiva e agirem com base nela. A sociologia utiliza o conceito para demonstrar como convenções tidas como naturais variam entre culturas e épocas.
O conceito gera debates quando aplicado a papéis de gênero, família e instituições civis. Pensadores progressistas destacam como expectativas sociais sobre o comportamento de homens e mulheres foram moldadas pela cultura e podem ser transformadas, enquanto correntes tradicionalistas e essencialistas enfatizam a influência de fatores biológicos e evolutivos nas condutas humanas.